Flávia Brant e Guilherme Soares ENTRE-TEMPS Abertura: 23.04.2009 às 19h30 Visitação: 24.04 a 28.06.2009 O MIS e o Espaço das Artes comemoram o ano da França no Brasil com a mostra de vídeos, filmes e slideshows do acervo do Musée d’ Art moderne de la Ville de Paris (Museu de Arte Moderna da Cidade de Paris), com curadoria de Angeline Scherf e Odile Burluraux.
O conjunto de 21 trabalhos de artistas franceses e radicados na França, divididos entre o MIS e o Paço, atesta a diversidade da produção contemporânea francesa em vídeo e seu diálogo com a experimentação de linguagens, suportes e outros campos do conhecimento, como a ciência e a filosofia.
Opinião do Grupo: Primeiramente gostaríamos de falar sobre o espaço físico do MIS. O acesso ao museu é bom, aos fins de semana não existe transito na av. Cidade Jardim, o que facilita a chegada e a Saída. Existe um estacionamento que conta com um manobrista. A menina é um sub produto da humanidade, ela foi criada para ser comercializada, é representante de uma segunda vida. As pessoas são produto de suas vidas, ao cairem no mesmo mundo que ela caiu, passam a ter suas imagens comercializadas. O local é grande, possui um andar com salas climatizadas, outro andar com uma parte de exposição e escritórios, além do subsolo com acervos. Aos domingos, a entrada lá é gratuita, porém o 2°andar e o subsolo estavam fechados, ou seja, o museu contava com a exposição ENTRE-TEMPS durante o dia. O espaço interno do 1° andar é um pouco decepcionante, já que conta com pouquíssimas obras visuais. Nessa exposição, o MIS apresentava diversas obras de autores franceses, como por exemplo, uma série de filmagens em tempo real de Zidane, com microfones voltados a ele que captaram até mesmo o som de seu meião sendo ajeitado. Porém uma obra em especial nos chamou muito a atenção que foi a No Ghost Just a Shell. Essa filmagem tratava sobre uma menina que não se cansava de dizer que ela era somente um produto. O que de fato tornava-se realidade quando víamos a história dela. O nome da menina é Ann Lee, ela é um personagem de mangá que foi criada com o intuito de ser vendida para alguma história em quadrinho ou game. Algum tempo depois de sua criação, dois artistas, Pierre Huyghe e Phillipe Parreno compraram seus direitos e fizeram uma espécie de anti-obra de arte com ela. Ao todo são três obras que se completam, além dos dois vídeos desses artistas, um terceiro, Dominique Gonzalez-Foerster também fez uma produção. Ele diz que não haverá uma zona de segurança, pois o mundo da mídia afeta e incorpora todos os cantos. 


Escrito por turmafpn às 20h39
[]
[envie esta mensagem]
[link]

Exposição FORMANDOS PANAMERICANA NO MuBE

Judith Rosset, Camilla Marins, Júlia Varga e Alessandra D.
Exposição FORMANDOS PANAMERICANA NO MuBE Panamericana Escola de Arte e Design e o MuBE – Museu Brasileiro da Escultura Com o objetivo de apresentar ao mercado o surgimento de novos talentos, a Panamericana Escola de Arte e Design promove, de 12 a 17 de Maio, no MuBE – Museu Brasileiro da Escultura, em São Paulo, uma exposição que reúne o que de melhor foi produzido por seus alunos em 2008.São peças que buscam se distinguir no mercado por meio da criatividade e da excelência artística. A mostra Formandos Panamericana apresenta mais de 500 trabalhos criados pelos profissionais recém-formados na Escola, nas áreas de Artes Plásticas, Publicidade, Fotografia, Design Gráfico, Design de Interiores e Design de Moda/Jóias. A Escola convidou diretores de empresas dessas áreas para visitar o MuBE durante a exposição e mostrar a todos a qualidade dos trabalhos dos alunos.
Comentários do grupo Do curso de Publicidade vimos campanhas institucionais, produtos, varejo, cultura e interesse público como, como as peças criadas virtualmente para Bic, Natura, Coca-Cola, TAM, HEINZ Ketchup, entre outras. Muitos trabalhos foram aprovados com a assinatura do Washington Olivetto e do Marecllo Serpa, que são membros do Comitê de Notáveis da Escola. Isso já é um upgrade quando esses alunos apresentarem os portfólios nas agências. A fotografia á destaque na exposição. Este ano, fotografia e publicidade, jornalismo, moda e editorial perderam espaço para os trabalhos de conteúdos de expressão pessoal. São portfólios que comprovam que o fotógrafo utiliza a máquina como instrumento de realização de suas idéias. Já os alunos de Design de Interiores mostram ao público objetos criados para o Concurso Hotel Boutique Le Renard, empreendimento hoteleiro de alto padrão, situado em Campos do Jordão. Os designers desenvolveram o design de diversos ambientes do Hotel: bar, restaurante, suítes, área social e lobby. A seção de Design Gráfico também está muito interessante. Apresenta capas de cd, catálogos de produtos, projetos de sinalização urbana para pontos conhecidos da cidade e projetos editoriais de livros e revistas. Gostamos muito da exposição, achamos contemporânea e criativa de qualidade. Acreditamos que os alunos da Panamericana Escola de Arte e Design estão muito bem preparados para atender as exigências de um mercado competitivo e globalizado. 
Nome: Formandos no MuBE Data: 12/Maio até 17/Maio de 2009 Entrada franca
Local: MuBE – Av.Europa, 218 / Jardim Europa – São Paulo – Brasil Tel.: (11) 2594-2601 Site Oficial: http://www.mube.art.br Horário de funcionamento: Terça a Domingo das 10h às 19h

Portfólio da ÁREA DE COMUNICAÇÃO / Design Gráfico e Publicidade 
Portfólio da ÁREA DE COMUNICAÇÃO / Design Gráfico e Publicidade

Portfólio da ÁREA DE COMUNICAÇÃO / Design Gráfico e Publicidade

Portfólio da ÁREA DE COMUNICAÇÃO / Design Gráfico e Publicidade
Escrito por turmafpn às 02h36
[]
[envie esta mensagem]
[link]


Bruna Canonico Torres 
VIK, de Vik Muniz Olhe à sua volta: há um mundo de coisas para as quais você não dá a menor importância. Poeira? Você já considerou a poeira como algo possível de ter outro significado? E o lixo, pode ser algo além de ser, simplesmente, lixo? Pois bem, um artista brasileiro — seu nome é Vik Muniz — foi capaz de olhar essas coisas cotidianas e, com elas, recriar possibilidades de apresentar e perceber o mundo.Com mais de 120 trabalhos que abarcam do início de sua carreira, do final dos anos 1980 até os dias de hoje, esta é a maior exposição já dedicada ao artista. Depois de passar pelos Estados Unidos, Canadá e México, ela chega ao Brasil no momento em que Vik atinge o ápice de seu reconhecimento, tornando-se um dos brasileiros mais consagrados no cenário da arte internacional. Para Vik Muniz, o artista faz a metade do trabalho; a outra parte é feita pelo espectador, que exerce um papel ativo. Agora chegou a sua vez! Entre nessa aventura, que é ver a exposição: ouse e reinvente seu olhar. Há 25 anos radicado em Nova Iorque, Vik Muniz, 47, construiu uma carreira singular. Conseguiu atrair a atenção da comunidade artística internacional com fotografias de trabalhos realizados a partir de técnicas variadas e materiais quase sempre inusitados - como a Mona Lisa feita de pasta de amendoim, o Che Guevara desenhado em geléia ou o retrato de Elizabeth Taylor montado a partir de centenas de pequenos diamantes. Mais recentemente, voltou a surpreender o mundo com a série de imagens feitas a partir de lixo. A originalidade de sua obra lhe garantiu o reconhecimento da crítica e o estabeleceu como um dos criadores mais incensados da arte contemporânea, presente no acervo dos principais museus do mundo. Agora o público paulistano poderá ter uma visão abrangente da produção do artista com a chegada à cidade desta que é a maior exposição já dedicada à sua obra, mais de 200 imagens que compõem as 131 fotografias – com dimensões que vão de 23,6cm X 33 cm a 292,1cm x 180,3cm a mostra ocupa o MASP – Museu de Arte de São Paulo durante dois meses e meio. Ao lidar com a memória, a ilusão e sobretudo o humor, apoiados no uso de materiais pouco convencionais, Vik Muniz imprimiu sua marca no concorrido universo das artes.Ele não apenas registra sua versão do mundo ao seu redor, mas o recria, literalmente: antes de seu olhar como fotógrafo captar o que se tornará o produto final de sua obra, ele cria um verdadeiro teatro, com cenas, retratos, objetos e imagens, alguns em escala gigantesca, usando elementos tão diversos como papel picado, sucata, molhos e algodão em processos de construção que podem levar semanas ou mesmo meses. Assim, surgiram algumas das obras presentes na mostra, como a Mona Lisa dupla de geléia e pasta de amendoim; o soldado composto por inúmeros soldadinhos de brinquedo; a Medusa de macarrão e molho marinara; o Saturno devorando um de seus filhos, de Goya, refeito com sucata; e retratos das atrizes Elizabeth Taylor e Monica Vitti compostos por milhares de pequenos diamantes.Seu trabalho é constantemente apontado como uma fusão entre dois extremos da arte: visualmente impactante, sua obra tem se mostrado ao mesmo tempo facilmente apreendida pelo observador comum, assim como tem agradado o olhar treinado do colecionador de arte. Aceitação ampla que talvez se explique em parte através do que Vik acredita ser primordial na arte:“O artista faz só metade da obra, o observador faz o resto”, afirma.

Exposição ‘Vik’ Retrospectiva com 131 obras do artista plástico Vik Muniz Exposição: de 24 de abril a 12 de julho Horário de visitação: terça a domingo e feriados, das 11h às 18h; Às quintas, das 11h às 20h. Ingresso: Inteira – R$ 15,00 Estudantes - R$ 7,00 Menores de 10 anos e maiores de 60 anos – Gratuito Às terças-feiras a entrada é gratuita Local: Museu de Arte de São Paulo – MASP Endereço: Av. Paulista, 1578 Telefone: (11) 3251 5644 Classificação etária: livre

Auto-retrato (frente), IMAGENS DE REVISTA / chromogenic print

Medusa marinara / cibachrome print

Atlas (Carlão), IMAGENS DE LIXO / digital C print

Elizabeth Taylor, IMAGENS DE DIAMANTES / cibachrome print
Opinião: Em suas obras, materiais inusitados para a arte, como calda de chocolate, pasta de amendoim, caviar e diamantes, são utilizados para criar grandes ícones da fotografia e da pintura. O resultado são imagens surpreendentes, que nos parecem a um só tempo familiares e estranhas. Vik trabalha em vários níveis de compreensão: num primeiro momento, o que você vê é uma fotografia, depois, vê além. Há todo um pensamento filosófico e sensorial por trás de cada imagem, repleta de duplos sentidos. Duplos ou triplos, Vik é, como suas fotografias vários em um, desempenhando papéis de escultor, desenhista, fotógrafo, escritor, criador, ilusionista e crítico. Nas obras nomeadas “Indivíduos”, 52 esculturas fotografadas, produzidas por Vik de um único bloco de plastilina branca, cada vez que concluía uma escultura, ele a fotografava e em seguida a destruía para assim reutilizar o material em uma próxima peça. Por fim, pois o que sobravam das esculturas era só as fotos tiradas. Achei interessante.Gostei bastante das “Mônadas”- partículas indivisíveis que constituem a essência de todas as coisas – nome dado as obras que são feitas com soldadinhos de plástico, o cavalo é muito lindo. Outras obras feitas com diversos e diferentes tipos de brinquedos de plástico também são interessantes.A enorme fotografia de um Mapa Mundi, feita com sulcata, diversas partes e pedaços de computadores velhos é espetacular.Adorei a obra “Caminhando sobre o mar de cinzas”, a qual o artista usa as próprias cinzas e bitucas de cigarro.Contudo, os mais impressionantes são os feitos com sucata, os quais nos refletem a natureza da sucata: o que ela diz a nosso respeito e o que ela diz a respeito da nossa atitude diante do futuro. Vik fez retratos de pessoas que trabalham no maior depósito de lixo do mundo Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro. Eles sobrevivem reciclando as coisas que catam. Vik faz seus retratos em situações alegóricas, auxiliado por eles e usando material que eles reciclam.Vik se tornou um fenômeno de comunicação, raramente um artista contemporâneo provocou neste país uma mobilização desse porte, aproximando o grande público da grande arte. Isso se deve, por um lado, à mágica da obra de Vik; por outro, a uma montagem compreensível que permitiu a cada visitante exercer a sua própria liberdade do olhar. O fato de que a arte de Vik permite diversos níveis de leitura e compreensão, desde o apenas imagético até as elaboradas e sofisticadas referências estéticas e intelectuais que a sustentam. Um trabalho que agrada desde uma criança até um graduado de Harvard. Além da inegável importância de um evento como este, o caráter singular da obra de Vik Muniz convida o espectador a apreciá-la não apenas com os olhos mas experimentá-la de forma sinestésica. É a possibilidade de dar asas à imaginação de cada visitante. Como o próprio Vik define, “A espinha dorsal da educação é o brincar”.
Links Relacionados: http://www.vikmuniz.net/ http://masp.uol.com.br/
Escrito por turmafpn às 01h15
[]
[envie esta mensagem]
[link]


Guilherme Gonçalves, Lucas Antunes, Hugo Han, José Marques e Paulo Misasi Exposição Repeat All
Fomos ao Museu da Imagem e do Som, ao entrarmos no prédio da exposição nós deparamos com um ambiente com baixa iluminação e com uma variedade incrível de vídeos que nos produziram diferentes sensações. Como principal, estava exposta a obra de Kátia Maciel, cujo nome é “ondas, um dia de nuvens listradas vindas do mar”, que consegue passar ao expectador uma sensação de tranqüilidade e serenidade quando observada de longe, e torna-se uma obra que ilude quando analisada de perto. A obra que gostaríamos de destacar, entre os vídeos que estavam ali expostos, é a do artista Jonh Bock.Trata-se de uma obra energética e sobrecarregada representada mediante uma performance protagonizada pelo próprio artista de maneira clara e precisa.O espectador entra num mundo estressado e chegar até a enjoar pela quantidade de informação recebida em alta velocidade. Jonh Bock nasceu em Gribbohm, Alemanha, 1965 e hoje vive e trabalha em Berlim, é muito conhecido por instalações e performances ao vivo com as quais o artista sempre soube impressionar. A exposição Repeat All acontece no Museu da Imagem e do Som –MIS que se localiza na Avenida Europa, 158 – Jardim Europa e fica no local até 29/03/2009, a visita pode ser feita de Terça a Sexta, das 12h às 19h; Sábados, Domingos e Feriados, das 11h às 18h. Ingressos-R$4,00(adulto); R$2,00(estudantes com identificação), aos domingos a entrada é franca e maiores de 65 anos não pagam ingresso. Links Relacionados -www.mis-sp.org.br
Escrito por turmafpn às 20h42
[]
[envie esta mensagem]
[link]


Fábio Costa, Felipe Costa, Demontiei Luna, Rafael Franco e Eduardo Klimb São Paulo/SP 11/03/09 A exposição visitada foi "Espanhas" que traz ao público, através da perspectiva fotográfica de Leonardo Kossoy, a riqueza histórica e cultural de um país multifacetado, que vive suas tradições antigas aflorada em cada um de seus personagens atuais; onde cada 'clique' descobre a contraposição harmônica dos costumes medievais em tempos globalizados. O teor de realidade das imagens é muito impactante aos olhos de quem pouco ou nada conhece a Espanha, pois Kossoy desbrava as peculiaridades do interior, em cidades que guardam a história em suas paredes, ruas e festivais. A veracidade da paixão e prazer da vida espanhola é passada pela pluralidade de temas abordados pelo fotógrafo, que mostra romarias religiosas muito estranhas, a diversão e alegria de milhares de pessoas em assistir a morte, o reconhecimento do legado histórico com maior patrimõnio. Vimos que a Espanha vendida ao mundo é uma pequena parte do que existe, mesmo que apresentada pela genialidade cinematográfica nos filmes de Pedro Almodovar. O fotógrafo ganha a nossa atenção quando nos confunde com suas temáticas clássicas, pop e kitsch; com um ponto de vista crítico, estético e passivo em cada uma das seções. Características fortes das obras expostas, é o movimento das cenas, o caráter misterioso do povo e do cenário que o cerca, a luminosidade e intensidade dos momentos, sendo eles carregados ora por valores morais modernos ora pelo peso da história de um país no cotidiano de suas 'espanhas'. Os artifícios usados pelo artista vão além da técnica fotográfica, e nesse momento é que Kossoy traz a novidade, como numa transgressão, ele regride à tecnologia e mostra ao espectador verdadeiros quadros pintados a mão, quando as manobras da lente combinadas com o enquadramento perfeito, entrada de luz ideal e impressão em telas de algodão, resultam em quadros pincelados por tinta a óleo, enaltecendo mais uma vez a pintura, arte peculiar e famosa pelas mãos de Picasso, Goya e muitos outros. Em suma Leonardo Kossoy emprega toda sua técnica e repertório adquirido em oito viagens a Espanha, criando uma exposição que estimula o espectador a exercitar o entendimento sobre a nuância do o antigo com o novo, o novo sendo antigo, o pitoresco e o moderno, o estático totalmente dinâmico, a vida e a morte. 


Links: - exposição: http://www.caixacultural.com.br/html/main.html - artista: http://leonardokossoy.net/ Exposição: CAIXA Cultural São Paulo Av. Paulista, 2083 - Conjunto Nacional 23 de janeiro a 22 de março de 2009 Terça a sábado, das 9 às 21h Domingo das 10 às 21h Entrada Franca
Escrito por turmafpn às 20h38
[]
[envie esta mensagem]
[link]


Marcello Muniz, Mariana Rolin, Vitor, Felipe Rudge e Marcos Rossetto.
Exposição Fotografias - José Medeiros José Araujo de Medeiros nasceu em Teresina, Piauí. Aprendeu cedo as técnicas fotográfias com seu pai, então fotágrafo amador. Tendo se mudado para o Rio da Janeiro por volta da década de trinta, José Medeiros logo foi chamado para integrar a equipe d’O Cruzeiro. Falecido em 1990, José Medeiros deixou seu legado de imagens de beleza artística simples. Fotógrafo do cotidiano, acabou sendo reconhecido por muitos como o pai do fotojornalismo brasileiro. Sua obra, hoje reunida no Instituto Moreira Salles, é um importante documento da sociedade brasileira, no período de 1940 a 1970. Entre os temas estão o cotidiano popular nas regiões do país, os salões do palácio do Rio de Janeiro (então capital federal nos governos Dutra, Vargas e Juscelino), o primeiro contato com os índios (realizado pelos irmãos Villas-Boas no Xingu e na serra do Roncador) e fotos da série Candomblé, sobre o ritual de iniciação de filhas-de-santo na Bahia. Paralelamente à mostra, o Instituto Moreira Salles lança nova edição do livro Candomblé, publicado em 1957 por José Medeiros. Informações Gerais Instituto Moreira Salles Rua Piauí, 844, 1º andar, Higienópolis CEP: 01241-000 - São Paulo-SP Tel.: 11 3825-2560; fax: 11 3661-0984 De terça a sexta, das 13h às 19h; sábado e domingo, das 13h às 18h. Entrada gratuita. Algumas obras expostas 
Serra do Roncador, Parque do Xingu, Mato Grosso. 1949 
Oscar Niemeyer, Tom Jobim, Vinicius de Moraes e sua mulher Lila Bôscoli nos bastidores da estréia de Orfeu da Conceição. Rio de Janeiro, 1956. 
Mercedes Batista e Valter Ribeiro na gafieira Estudantina Musical. Rio de Janeiro, 1960. 
Desfile de 7 de setembro, Rio de Janeiro, 1955. 
A imagem da iaô, a noviça que passa pelo ritual de iniciação para tornar-se filha-de-santo. Bahia, 1951. Opinião do grupo A exposição contém 65 peças de sua obra fotográfica, distribuidas em três pequenos ambientes, cujos temas vão do primeiro contato com índios no Xingu e na Serra do Roncador (1955-1957), passando pelo cotidiano popular em algumas regiões do país e pelos salões do palácio do Rio de Janeiro. Colocadas lado a lado, as imagens tornam as diferenças não apenas sociais, mas principalmente culturais, gritantes, recheando o ambiente de significado e composição artística. Ainda assim, nos sentimos pouco curiosos em relação às imagens, cujo formato e tema, à despeito da bela composição, já não constituem grande novidade para nós. Contudo, o destaque encontra-se em “As noivas dos deuses sanguinários”, título que inicia a reportagem de teor sensacionalista sobre o ritual de passagem de algumas jovens no Candomblé. Publicadas na revista O Cruzeiro em 1951, as fotografias despertaram curiosidade, espanto e principalmente revolta por parte dos seguidores dessa religião, que temiam represálias e ataques dado o afastamento dessa parcela cultural do público. São imagens fortes, que remetem à estética barroca, não apenas pela iluminação nas imagens, mas por ser possível perceber um certo êxtase religioso, ainda que carregado de humanidade. O ambiente tranquilo e confortável permitiu ao grupo circular com calma e observar a exposição mais atentamente, além da possibilidade e folhear o livro Candomblé, relançado por ocasião da exposição. Com poucas inovações de enquadramento mas carregadas de conteúdo, as imagens conversam entre si (ainda que compostas por temas diferentes) através do olhar do fotógrafo, denunciado na escolha dos temas e na composição que, claramente, presa o registro sem comprometer a beleza da imagem. O grupo, portanto,considera merecido o destaque às imagens do Candombé, tanto por sua inegável beleza quanto por sua importância à história do fotojornalismo. Links Relacionados Fonte: http://ims.uol.com.br/ims/ Imagens: http://acervos.ims.uol.com.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/
Escrito por turmafpn às 12h26
[]
[envie esta mensagem]
[link]


Caroline Cuschnir Maria Luisa Paiva Paula Sarney Rafaella Gimenes Stephanie Dickerhof

Adriana Rocha Alice Brill Anatol Wladyslaw Anita Malfatti Cleber Machado Colette Pujol Corneille Ernesto De Fiori Geórgia Kyriakakis Gilberto Vançan Hansen Bahia Jum Nakao Laurita Salles Lázaro Moura Maria Tereza Louro Mario Zanini Nicolas Vlavianos Patrícia Furlong Paulo Lima Buenoz Regina Graz Sergio Niculitcheff Teresa Nazar Thomaz Ianelli Tuneu Desde 1961, o Museu de Arte Brasileira (MAB) deu inicio a um programa de aquisições que se mantém atualizado até nossos dias com a finalidade de enriquecer seu acervo e poder oferecer a seus visitantes um patrimônio artístico de altíssima qualidade. O MAB apresenta nessa exposição um conjunto de obras adquiridas durante os últimos quatro anos que confirmam mais seu perfil como instituição voltada às artes visuais brasileiras representativas, fundamentalmente, das artes do século XX e contemporânea. (Fonte: Reprodução do texto do catálogo)
Localizado dentro da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), o MAB deu início a exposição “Recentes na Coleção”em 5 de fevereiro de 2009 e permanecerá aberta até o dia 22 de abril do mesmo ano. A entrada é gratuita para o público, porém somente alunos da instituição podem tirar fotografias das obras e do local (com a autorização dos responsáveis pelo Museu). A exposição conta também com guias devidamente instruídos que podem acompanhar grupos de estudantes e/ou visitantes para o seu melhor aproveitamento. Informações Gerais Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis Horário: De 3ª a 6ª feira, das 10h00 às 20h00, Sábados, Domingos e Feriados, das 13h00 às 17h00. T el.: (11) 3662-7198 Para maiores informações sobre o Museu e/ou sobre a exposição, visite: www.faap.br/museu. Algumas obras expostas: 
JUM NAKAO (1966, São Paulo – SP) Peças que integram a instalação Tributo a Brothers Quay, 2003 Metal, tecido, madeira, papel, etc. DOAÇÃO

PAULO LIMA BUENOZ (1955, Marília – SP) Manual de sobrevivência 03, 1998 Mista 109 x 90 x 70 cm DOAÇÃO

CLEBER MACHADO (1937, Porto Alegre – RS) Sem título, 1999 Aço Esmaltado 130 x 133,5 x 65 cm DOAÇÃO ANITA MALFATTI (1889 / 1964, São Paulo – SP) Um professor, 1912/1913 Óleo sobre tela 50,5 x 40 cm COMPRA
ADRIANA ROCHA (1959, São Paulo – SP) Sem título, da série Aquilo que se esvai, 2003 Mista sobre tela 225 x 190 cm DOAÇÃO

SERGIO NICULITCHEFF (1960, São Paulo – SP) Sem título, 2008 Acrílica sobre tela 80 x 80 cm COMPRA GEÓRGIA KYRIAKAKIS (1961, Ilhéus – BA) Continentes 2, 2002 Grafite sobre papel 31,3 x 43,1 cm COMPRA
Nossa opinião: Fomos visitar o museu do MAB na quinta-feira, dia 19, no final da tarde. A exposição estava bem tranqüila, com apenas alguns grupos de estudantes, então foi fácil circular pelo salão e poder dar mais atenção às obras. Após uma rápida volta pela exposição, identificamos vários tipos de obras de arte que incluem: pinturas, fotografias, esculturas, xilogravuras e instalações, estas últimas as mais interessantes. No princípio, nossas expectativas estavam baixas em relação à exposição, pois não há interatividade com o público e também não há nada que chame muito a atenção dos leigos no assunto, porém tal expectativa mudou completamente. Começamos a conversar com um dos guias do museu que, muito simpático, nos acompanhou por um segundo tour pelo museu, desta vez, explicando-nos tudo e esclarecendo dúvidas e curiosidades. Ele nos contou um pouco sobre como o MAB funciona, como escolhem e preservam as suas obras. A exposição que estávamos visitando era composta de 46 novas obras que acabaram de entrar para o acervo do museu. Passávamos cerca de 10 minutos em frente a cada obra, discutindo algumas questões como: o que teria feito o artista pintar (ou fotografar, esculpir, entre outros...) daquela forma? O que ele estava querendo transmitir? Qual o significado do nome da obra? Acabamos nos interessando muito por algumas obras em particular, principalmente as de JUM NAKAO e as de PAULO LIMA BUENOZ. Nakao doou duas instalações para o MAB, e uma delas nos chamou muito a atenção por ser composta por 10 “bonecas”, cada uma montada por materiais diferentes, a instalação faz alusão a figuras importantes na história da arte. A cabeça dessas bonecas é o que nos liga ao artista em questão, um exemplo: a boneca com uma cabeça de relógio é Salvador Dalí, pois alguns dos seus quadros têm tal figura (relógio). Paulo Lima Buenoz disponibilizou uma seqüência de 3 obras (Manual de sobrevivência 1, 2 e 3), que têm uma proposta muito interessante. Juntando vários objetos juntos, ele nos tenta transmitir uma mensagem sobre esperança e conflitos, na qual foi outro conjunto de obras que também foi bastante criativo e chamativo para o nosso grupo. Aprendemos que na arte moderna tudo depende da interpretação. O que aquela obra significa para uns não precisa necessariamente significar a mesma coisa para outros. Destarte, a visita ao museu foi bastante interessante e, com certeza, diferente. Links Relacionados: www.faap.br/museu
Escrito por turmafpn às 14h53
[]
[envie esta mensagem]
[link]

Turma FPN, 3º semestre de publicidade à noite
Escrito por turmafpn às 00h00
[]
[envie esta mensagem]
[link]

|