
Caroline Cuschnir Maria Luisa Paiva Paula Sarney Rafaella Gimenes Stephanie Dickerhof

Adriana Rocha Alice Brill Anatol Wladyslaw Anita Malfatti Cleber Machado Colette Pujol Corneille Ernesto De Fiori Geórgia Kyriakakis Gilberto Vançan Hansen Bahia Jum Nakao Laurita Salles Lázaro Moura Maria Tereza Louro Mario Zanini Nicolas Vlavianos Patrícia Furlong Paulo Lima Buenoz Regina Graz Sergio Niculitcheff Teresa Nazar Thomaz Ianelli Tuneu Desde 1961, o Museu de Arte Brasileira (MAB) deu inicio a um programa de aquisições que se mantém atualizado até nossos dias com a finalidade de enriquecer seu acervo e poder oferecer a seus visitantes um patrimônio artístico de altíssima qualidade. O MAB apresenta nessa exposição um conjunto de obras adquiridas durante os últimos quatro anos que confirmam mais seu perfil como instituição voltada às artes visuais brasileiras representativas, fundamentalmente, das artes do século XX e contemporânea. (Fonte: Reprodução do texto do catálogo)
Localizado dentro da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), o MAB deu início a exposição “Recentes na Coleção”em 5 de fevereiro de 2009 e permanecerá aberta até o dia 22 de abril do mesmo ano. A entrada é gratuita para o público, porém somente alunos da instituição podem tirar fotografias das obras e do local (com a autorização dos responsáveis pelo Museu). A exposição conta também com guias devidamente instruídos que podem acompanhar grupos de estudantes e/ou visitantes para o seu melhor aproveitamento. Informações Gerais Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis Horário: De 3ª a 6ª feira, das 10h00 às 20h00, Sábados, Domingos e Feriados, das 13h00 às 17h00. T el.: (11) 3662-7198 Para maiores informações sobre o Museu e/ou sobre a exposição, visite: www.faap.br/museu. Algumas obras expostas: 
JUM NAKAO (1966, São Paulo – SP) Peças que integram a instalação Tributo a Brothers Quay, 2003 Metal, tecido, madeira, papel, etc. DOAÇÃO

PAULO LIMA BUENOZ (1955, Marília – SP) Manual de sobrevivência 03, 1998 Mista 109 x 90 x 70 cm DOAÇÃO

CLEBER MACHADO (1937, Porto Alegre – RS) Sem título, 1999 Aço Esmaltado 130 x 133,5 x 65 cm DOAÇÃO ANITA MALFATTI (1889 / 1964, São Paulo – SP) Um professor, 1912/1913 Óleo sobre tela 50,5 x 40 cm COMPRA
ADRIANA ROCHA (1959, São Paulo – SP) Sem título, da série Aquilo que se esvai, 2003 Mista sobre tela 225 x 190 cm DOAÇÃO

SERGIO NICULITCHEFF (1960, São Paulo – SP) Sem título, 2008 Acrílica sobre tela 80 x 80 cm COMPRA GEÓRGIA KYRIAKAKIS (1961, Ilhéus – BA) Continentes 2, 2002 Grafite sobre papel 31,3 x 43,1 cm COMPRA
Nossa opinião: Fomos visitar o museu do MAB na quinta-feira, dia 19, no final da tarde. A exposição estava bem tranqüila, com apenas alguns grupos de estudantes, então foi fácil circular pelo salão e poder dar mais atenção às obras. Após uma rápida volta pela exposição, identificamos vários tipos de obras de arte que incluem: pinturas, fotografias, esculturas, xilogravuras e instalações, estas últimas as mais interessantes. No princípio, nossas expectativas estavam baixas em relação à exposição, pois não há interatividade com o público e também não há nada que chame muito a atenção dos leigos no assunto, porém tal expectativa mudou completamente. Começamos a conversar com um dos guias do museu que, muito simpático, nos acompanhou por um segundo tour pelo museu, desta vez, explicando-nos tudo e esclarecendo dúvidas e curiosidades. Ele nos contou um pouco sobre como o MAB funciona, como escolhem e preservam as suas obras. A exposição que estávamos visitando era composta de 46 novas obras que acabaram de entrar para o acervo do museu. Passávamos cerca de 10 minutos em frente a cada obra, discutindo algumas questões como: o que teria feito o artista pintar (ou fotografar, esculpir, entre outros...) daquela forma? O que ele estava querendo transmitir? Qual o significado do nome da obra? Acabamos nos interessando muito por algumas obras em particular, principalmente as de JUM NAKAO e as de PAULO LIMA BUENOZ. Nakao doou duas instalações para o MAB, e uma delas nos chamou muito a atenção por ser composta por 10 “bonecas”, cada uma montada por materiais diferentes, a instalação faz alusão a figuras importantes na história da arte. A cabeça dessas bonecas é o que nos liga ao artista em questão, um exemplo: a boneca com uma cabeça de relógio é Salvador Dalí, pois alguns dos seus quadros têm tal figura (relógio). Paulo Lima Buenoz disponibilizou uma seqüência de 3 obras (Manual de sobrevivência 1, 2 e 3), que têm uma proposta muito interessante. Juntando vários objetos juntos, ele nos tenta transmitir uma mensagem sobre esperança e conflitos, na qual foi outro conjunto de obras que também foi bastante criativo e chamativo para o nosso grupo. Aprendemos que na arte moderna tudo depende da interpretação. O que aquela obra significa para uns não precisa necessariamente significar a mesma coisa para outros. Destarte, a visita ao museu foi bastante interessante e, com certeza, diferente. Links Relacionados: www.faap.br/museu
Escrito por turmafpn às 14h53
[]
[envie esta mensagem]
[link]

|